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VILA REAL E A REGIÃO DO DOURO VINHATEIRO

Postado por Dulce Rodrigues a 7 de Setembro de 2010

Aproveitando o facto de o meu filho Eduardo ir apresentar uma comunicação na Universidade de Trás-Os-Montes, em Vila Real, durante o recente congresso Física 2010 organizado pela Sociedade Portuguesa de Física, dei uma voltinha por aquela região de Portugal de que gosto tanto, culminando com uma estadia rápida lá em casa com os meus Velhotes.

paisagem do Douro

paisagem do Douro

Em Vila Real, fiquei no Hotel Miracorgo, o mesmo em que já tinha estado quando de um mini-cruzeiro pelo Douro em 2008. O hotel está agora classificado com 4 estrelas, mas em boa verdade, não tem condições para mais de 3 como anteriormente. Houve algumas melhorias, mas não são suficientes. Aspecto “gastronomia”, foi uma grande desilusão, pois a cozinha portuguesa era inexistente. Para comer massas, faço-as em casa, pois é um prato que fica barato. E já me bastam as massas (e as pizas) que como quando vou a Itália! Com uma gastronomia riquíssima como a de Portugal, é inaceitável! E depois admiramo-nos por a cozinha portuguesa ser ignorada pela maior parte dos estrangeiros! Se nem no nosso país sabemos fazer descobrir a gastronomia portuguesa em geral e a regional em particular a quem nos visita, como admirarmo-nos?!

Visto que falo de gastronomia portuguesa, um conselho a quem for a Vila Real. Não se esqueça de que uma das doçarias da cidade são as cristas de galo.

Vila Real deixou-me de novo desiludida. A cidade é pouco limpa e o chamado parque florestal não é mais do que uma selva suja, que de parque florestal tem pouco ou quase nada. Uma pena, pois as potencialidades são enormes, a região é belíssima. Mas, assim é Portugal!.

Parque florestal, Vila Real

Não é uma laje com hieróglifos o que vêem abaixo. São pegadas sobre a camada de cimento que os pedreiros deixaram no parque florestal, pois em Portugal, não há o hábito dos empreiteiros deixarem limpa a zona em que trabalharam! Como os ilustres vereadores e inspectores não se dão ao trabalho de ir inspeccionar, o lixo fica no sítio onde foi feito, perante a indiferença da maioria dos Portugueses que parece ser “cega” a toda esta lixeira...

Parque florestal, Vila Real

Estes são os higiénicos e moderníssimos sanitários do parque. Que pena não dar uma dor de barriga ao senhor presidente da Câmara quando... digo bem "quando" um dia visitar o parque!.

sanitários no Parque florestal, Vila Real

Vila Real foi berço do grande navegador português Diogo Cão. Seria, pois, de esperar que a sua casa estivesse cuidadosamente preservada como monumento... situado mesmo em frente da Câmara. Não é o caso. Embora não esteja a cair em ruínas como tantas outras casas onde nasceram ou moraram Portugueses ilustres, também não se pode dizer que esteja em perfeito estado de conservação.

Casa de Diogo Cão, Vila Real

O aspecto humano, em contrapartida, deixou-me agradavelmente surpresa. Os Transmontanos tornaram-se anfitriões mais abertos e simpáticos do que era habitual. Um destaque muito especial para a jovem funcionária do Turismo de Vila Real. Foi um prazer falar com ela.

Outra nota positiva vai para o pequeno mas rico Museu de Arqueologia e Numismática de Vila Real. Começado com apenas nove moedas romanas compradas a três crianças e com um machado neolítico oferecido por um colega, o acervo do museu conta hoje com cerca de 35 mil moedas e objectos representativos da época megalítica à dominação romanda, passando pelas Idades do Bronze e do Ferro. Os objectos estão bem identificados e todo o museu é um exemplo vivo de que um museu de pequenas dimensões pode ser grande na sua dimensão pedagógica.

© Dulce Rodrigues

 
 
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