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APELO AOS EMIGRANTES PORTUGUESES

DE SOLIDARIEDADE PARA COM TODOS OS PORTUGUESES

Postado por Dulce Rodrigues a 15 de Outubro de 2012

 

Os emigrantes portugueses têm nas suas mãos uma arma inofensiva e cidadã de travar o orçamento de Estado e o aumento irracional dos impostos, exigindo por outro lado uma redução dos actuais impostos e outros aumentos desnecessários, para bem de Portugal e de todos os Portugueses.

Qual é essa “arma”? Basta ameaçar e pôr em prática – caso a ameaça seja ignorada – a anulação do envio de dinheiro para Portugal. Para um efeito mais imediato, pode mesmo começar-se a anular as contas nos Bancos de onde são enviadas as respectivas transferências. Pôr em prática esta ameaça representa a perda de milhões de Euros para os Bancos.

Esta acção seria duplamente de solidariedade. Os Bancos têm recebido outros tantos milhões de Euros do Estado – portanto, à custa do cidadão português – para colmatar os “buracos” devidos a má gestão e corrupção dos seus gestores, mas, em contrapartida, todos aqueles cidadãos portugueses que não podem pagar os empréstimos das suas casas ficam sem as mesmas, em benefício do Banco, e ainda devem continuar a pagar juros ao Banco!?

Que se crie mesmo uma petição no sentido dos emigrantes portugueses ameaçarem e cumprirem esta anulação de envio de dinheiro para Portugal caso o orçamento não seja mudado.

Tantas coisas que podemos fazer em prol do país se soubermos utilizar as armas pacíficas que temos como cidadãos. Não são precisas greves (que só prejudicam outros cidadãos, e não os que devem ser atingidos), nem manifestações violentas (que igualmente não levam a nada e deixam o país ainda mais pobre). Temos de fazer compreender os que nos (des)governam e se governam a si mesmos de que não é tirando ao povo o pouco que já tem que se levanta a economia de um país. O exemplo mostrou-o Henry Ford durante a I Guerra mundial.

Henry Ford foi o criador do chamado “Fordismo”, um moderno sistema económico-social que visava garantir aos trabalhadores salários elevados para que eles pudessem ter grande poder de compra. Enquanto os outros patrões despediam empregados e baixavam os salários, Henry Ford fez o contrário.

Questionado sobre isso, fez compreender que se os seus empregados tivessem dinheiro, comprariam os seus carros, o que levaria a uma necessidade de maior produção, por conseginte, mais emprego, o que contribuiria para a prosperidade da nação. A obsessão de Henry Ford era tornar o automóvel tão barato que todos pudessem comprá-lo. O “Fordismo” entrou em declínio nos anos 70, aliás, uma década em que começou o declínio de valores e com ele o declínio de toda a sociedade europeia e norte-americana.

© Dulce Rodrigues

 
 
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