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CARTA-ABERTA À REPÚBLICA PORTUGUESA

Postado por Dulce Rodrigues a 26 de Janeiro de 2012

Abaixo, transcrevo a carta-aberta dos Amigos do Museu Nacional de Arqueologia à República Portuguesa sobre a não recondução do Dr. Luís Raposo como Director do Museu Nacional de Arqueologia. Todos os contributos, reflexões ou comentários sobre estas matérias podem ser enviados para o endereço gdamna@gmail.com ou para a página do GAMNA no Facebook: http://www.facebook.com/pages/Grupo-de-Amigos-do-Museu-Nacional-de-Arqueologia/315327555177993. Para se manter informado também o Blogue do GAMNA: http://gamna.blogspot.com/

CARTA-ABERTA à República Portuguesa
Cidadãos

Foi com surpresa e indignação que recebemos a notícia de que Luís Raposo não havia sido reconduzido na direcção do Museu Nacional de Arqueologia. Com surpresa porque o Estado não invocou uma só razão que pudesse servir ao menos para tentar fundamentar o facto. Com indignação porque também não lhe negou o mérito profissional enquanto director.

Que futuro queremos para os museus nacionais? Que futuro para as instituições em que se guarda a memória histórica da nação?

Olhamos para trás e recordamos os nomes de Possidónio da Silva, Martins Sarmento, Leite de Vasconcelos, Vergílio Correia, Reynaldo dos Santos, José de Figueiredo, João Couto e muitos mais, entre toda uma plêiade de precursores e de directores de museus de notável mérito. Mas alguém se lembra de quem eram os directores-gerais, secretários de Estado ou até ministros dessas alturas? Certamente ninguém.

A não recondução de Luís Raposo como director ultrapassa em muito a pessoa e o acontecimento em si. É certo que estamos perante alguém que fez tanto pelo nosso museu, pelo património e pela cultura portuguesa em geral que ganhou o direito a figurar em honrosa lista, a par dos seus antecessores.

O que perguntamos é que País queremos, e que País estamos a construir. Quais são as novas orientações políticas que justificam o afastamento de quem tem atrás de si obra tão meritória e sempre se pautou por uma frontalidade e uma verticalidade que o honram e nos engrandecem colectivamente? Quem é o pequeno deus caseiro que decide a duração dos mandatos directivos em instituições onde se deveria prezar a estabilidade e deveriam estar ao abrigo de flutuações de governação corrente?

O que aconteceu a Luís Raposo aconteceu a todos nós e leva-nos a questionar a transparência de processos de decisão do Estado e a ética dos seus actores, ofendendo o nosso sentido de justiça e de reconhecimento do mérito.

Caso o iníquo despacho de não recondução de que Luís Raposo foi alvo não seja administrativa ou judicialmente revogado, pedimos-lhe então que ele não desista e que concorra novamente ao mesmo lugar para o qual está mais do que habilitado.

A Direcção do Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia.
16 de Janeiro de 2012

© Dulce Rodrigues

 
 
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